terça-feira, 23 de junho de 2009

MENTE E FÍSICO

RELAÇÕES ENTRE ATIVIDADES CORPORAIS E A REALIDADE DO COTIDIANO

PERGUNTAS:

No seu dia-a-dia, em quais momentos deve agir usando métodos, técnicas e habilidades corporais (mente e físico)?

Quais são as atividades da sua vida, quando deve obedecer regras, regulamentos, ordens e determinações?

Como se separa mente e físico?

Quando você faz uma redação ou um cálculo matemático, deixa o resto do seu corpo fora da sala e entra só com o cérebro?

Quando está realizando um jogo na quadra, deixa seu cérebro esperando na arquibancada?

Reflexão - lembra quando necessitou fazer uma prova difícil e seu coração acelerou, ou suou intensamente, ou ficou batendo as pernas mesmo sentado, ou mudou de posição várias vêzes, ou tudo isso junto?

#Comente esse assunto#

sábado, 30 de maio de 2009

ASPECTOS DA ED. FÍSICA E MEIO AMBIENTE

A depredação dos prédios escolares também tem sido motivo de grandes preocupações para todos. A recuperação dos espaços, muitas vezes, torna-se mais difícil do que a construção de novo equipamento. Refletir sobre essas questões, bem como desenvolver atitudes de preservação e conservação, configura-se como mais uma possibilidade que pode ser trabalhada nas aulas de Ed. Física.
O cenário desportivo, impulsionado por uma primeira tendência de trazer o desporto do exterior para o interior, para o espaço fechado e coberto, é hoje marcado por uma segunda tendência, nomeadamente a de levar o desporto para o espaço aberto, para o ar livre, para o exterior, para a natureza”.
As opções de atividades que podem ser desenvolvidas na escola pela Educação Física são variadas, mas com a crescente preocupação pela conservação da natureza, quando o homem percebeu que para melhorar a sua vida precisa destruir menos e preservar mais a natureza, essas atividades estão tomando a direção da consciência ambiental. A reflexão dos alunos sobre a sustentabilidade dos recursos naturais é importante para a melhora da sua qualidade de vida. Trabalhos juntos à natureza como: rapel, caminhadas, exercícios e jogos ao ar livre, etc, proporcionam oportunidade de conhecermos mais o meio em que vivemos e sermos mais saudáveis.
O esporte realizado junto à natureza – representa mais uma possibilidade de aproximação entre o indivíduo e o meio ambiente, devido à interação com os elementos naturais e as suas variações, como sol, vento, montanha, rios, vegetação, lua, chuva, tempestade, desencadeando atitudes de admiração, respeito e preservação.
As atividades junto à natureza estão relacionadas ao prazer e a saúde. Caminhadas ecológicas, com a intenção de despertar a atenção dos alunos/as para os problemas da comunidade onde moram. Levar à reflexão sobre os efeitos benéficos da realização de atividades corporais em locais sem poluição. Observar também o trato com esportes e atividades praticadas em ambientes naturais como: canoagem, escaladas, rapel, escadas de corda, caminhadas em trilhas ecológicas.
Esportes de aventura – existe uma crescente busca, o que pode carregar valores que retratam uma nova dimensão do relacionamento homem-natureza. Exs: canoagem, cordas, escaladas, corrida de orientação, etc.
AÇÕES DA ED. FÍSICA- a educação física, particularmente, pode, por meio da experiência na natureza (ou seja, fora das quadras de cimento, dos ginásios poliesportivos, das piscinas, dos campos de futebol, etc.), potencializar suas estratégias de ação para desenvolver, nos alunos, suas habilidades motoras, capacidades físicas e, até mesmo, muitos fundamentos esportivos específicos. As corridas de orientação, por exemplo, assim como a escalada, a caminhada, a canoagem e outras atividades, podem ser utilizadas para satisfazer uma variedade de objetivos educacionais, oportunizando diferentes níveis de desenvolvimento: ⋅Coletivo: habilidades cooperativas e de comunicação; Pessoal: auto-estima; Cognitivo: tomadas de decisão; resolução de problemas; Físico: aptidão e desenvolvimento de habilidades motoras. Podendo, da mesma forma, serem utilizadas como atividades de lazer, com fim nelas mesmas.
Levantar questões a respeito de espaços onde outrora foram desenvolvidas atividades corporais e hoje isto não é possível devido à degradação, depredação e poluição. Sendo assim, diminuindo a possibilidade de ações saudáveis, aumentando o risco de proliferação de doenças e o desequilíbrio da saúde da população.

Conhecer para Preservar

EDUCAÇÃO FÍSICA E MEIO AMBIENTE
CONHECER PARA PRESERVAR
•MEIO AMBIENTE - é o conjunto de forças e condições que cercam e influenciam os seres vivos e as coisas em geral.
• Os constituintes do meio ambiente compreendem fatores abióticos, como o clima, a iluminação, a pressão, o teor de oxigênio, e bióticos, como as condições de alimentação, modo de vida em sociedade e para o homem, educação, saúde e outros.
• A ECOLOGIA é o estudo das interações dos seres vivos entre si e com o meio ambiente. A palavra Ecologia tem origem no grego “oikos", que significa casa, e "logos", estudo, reflexão. Logo, por extensão seria o estudo da casa, ou de forma mais genérica, do lugar onde se vive. Foi o cientista alemão Ernst haeckel, em 1869, quem primeiro usou este termo para designar a parte da Biologia que estuda as relações entre os seres vivos e o ambiente em que vivem, além da distribuição e abundância dos seres vivos no planeta.

•ECOSSISTEMA é o conjunto formado por todos os fatores bióticos e abióticos que atuam simultaneamente sobre determinada região. Considerados como fatores bióticos às diversas populações de animais, plantas e bactérias e os abióticos os fatores externos como a água, o sol, o solo, o gelo, o vento.
•SUSTENTABILIDADE é se preocupar com as futuras gerações. Por que do jeito que está sendo escasseado os recursos naturais do planeta, através do excesso de consumo, demonstra que o homem acredita ser o centro de tudo, tudo está para servi-lo, não considera as gerações futuras.
• É o desenvolvimento capaz de atender a atual geração sem esquecer das futuras?
• A política de desenvolvimento econômico, principalmente dos maiores países consumidores do mundo, é incompatível com a capacidade ecológica do planeta.
• A solução pode ser viabilizar a economia sem esgotar os recursos naturais. É uma coisa complicada estar na contra mão de muitos interesses financeiros.

MEIO AMBIENTE DA ESCOLA- pichações, depredações nos banheiros e instalações em geral, mesas rabiscadas, lixo nas salas de aula e falta de pessoal para manutenção da limpeza.
Outra questão da nossa realidade escolar é a manutenção da limpeza das salas de aula e da escola em geral. Existe a necessidade de conscientização sobre como é importante para o aprendizado e a saúde um ambiente limpo arejado ventilado, que existem pessoas com problemas respiratórios como alergias a poeira mau cheiro e sujeira em geral.
A Ed. Física pode realizar atividades com equipamentos feitos de materiais reaproveitados ou reciclados.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

quinta-feira, 9 de abril de 2009




esportes realizados em um ambiente natural :como o ciclismo.














também o paraquedismo :vôo de parapente sobre o bairro de sao conrado visto da rampa de salto. autoria:edmundo alves jr.

e tambem tem os esportes q sao realizados na praia de mas facilidade de pratica.

onde eu moro sao so esportes normais como:futbol,fut sal,volei,nada mas.



O unico esporte que eu gosto e futsal.


O ESPORTE EM RELACAO A SAUDE:O homem moderno vem deixando de lado as práticas esportivas, o que muitas vezes leva a um estilo de vida sedentário e provoca distúrbios como má alimentação, obesidade, tabagismo, estresse, doenças coronarianas, etc.

Como reação a essa atitude, a ciência do esporte vem desenvolvendo estudos e demonstrando a importância que a prática constante de uma atividade física bem planejada tem para que as pessoas possam ter uma vida mais saudavel.

Motivos importantes para a prática da atividade física

1 – Auto estima
A prática regular de exercícios aumenta a confiança do indivíduo.

2 – Capacidade Mental
Pessoas ativas apresentam reflexos mais rápidos, maior nível de concentração e memória mais apurada.

3 – Colesterol
Exercícios vigorosos e regulares aumentam os níveis de HDL (lipoproteína de alta densidade, o “bom colesterol”) no sangue, fator associado à redução dos riscos de doenças cardíacas.

4 – Depressão
Pessoas com depressão branda ou moderada, que praticam exercícios de 15 a 30 minutos em dia alternados, experimentam uma variação positiva do humor já após a terceira semana de atividade.

5 – Doenças Crônicas
Os sedentários são duas vezes mais propensos a desenvolver doenças cadíacas. A atividade física regula a taxa de açúcar no sangue, reduzindo o risco de diabetes.

6 – Envelhecimento
Ao fortalecer os músculos e o coração, e ao amenizar o declínio das habilidades físicas, os exercícios podem ajudar a manter a independência física e a habilidade para o trabalho, retardando o processo de envelhecimento.

7 – Ossos
Exercícios regulares com pesos são acessórios fundamentais na construção e manutenção da massa óssea.

8 – Sono
Quem se exercita “pega” no sono com mais facilidade, dorme profundamente e acorda restabelecido.

9 – Stress e Ansiedade
A atividade física libera os hormônios acumulados durante os momentos de stress. Também funciona como uma espécie de tranqüilizante natural – depois do exercício a pessoa experimenta uma sensação de serenidade.
Conceitos importantes para a prática da atividade física

terça-feira, 7 de abril de 2009

Olímpio Marques do Santos Ciep 223
Nome: Raquel Batista Fraga
Turma:3004
Educação Física





Rio de Janeiro 19 de Março de 2009



Bungee Jump - A trajetória do Bungee Jump

A origem do Bungee Jump não deixa de ser inusitadatudo começou em uma ilha do Pacífico Sul, em um lugar chamado Pentecost. Segundo o conto, há milhares de anos, uma mulher fugitiva do marido amarrou uma videira em seus tornozelos para pular de um pé de coco. Há também a lenda de que essas pessoas lançavam-se das árvores para realizar os mesmos movimentos de uma águia lendária, chamada Hokioi – que significa "grande pássaro", no idioma maori. Alguém presenciou a cena e gostou do que viu. Depois, veio o mistério. Não se sabe exatamente o que aconteceu, mas tem-se a informação de que, em 1954, dois escritores da Revista National Geographic chegaram àquela ilha e
munharam um estranho costume: havia uma torre na qual os nativos subiam e dali saltavam de uma videira que ficava amarrada no tornozelo. Na edição de 1955, os escritores contam ao mundo o que presenciaram.
E para quem acha que o Bungee Jump tradicional é emocionante, uma curiosidade: as videiras eram medidas exatamente para que o saltador encostasse levemente a cabeça no chão, apenas o suficiente para não quebrar o pescoço.
Em 1970, o escritor Kal Muller foi à ilha e tornou-se o primeiro "homem branco" a realizar o salto. Em 1979, membros da Oxford University’s Dangerous Sport Club encararam a aventura. Eles saltaram da ponte Clifton, em Bristol, de uma altura de 75 metros, presos a elásticos utilizados para amarrar bagagens nos carros.A prática do Bungee Jump só foi conhecida melhor em 1987, quando um grupo de esportistas pioneiros saltou da Torre Eiffel, em Paris. Só




Ciclismo - A história do ciclismo

Caracteriza-se pelo uso da bicicleta, sendo que as disputas são realizadas em estradas ou em recintos fechados, estes em locais especiais ou velódromo, com pista de madeira. Para a prática desses esporte é necessário que a máquina utilizada esteja em perfeita harmonia com a habilidade do ciclista.
Conhecido em todo mundo, o ciclismo teve sua prática essencialmente esportiva, separada do emprego da bicicleta como diversão, iniciada em meados do século XIX, na Inglaterra, logo que os aperfeiçoamentos na fabricação do veículo possibilitaram o alcance de maiores velocidades. Em 1865, já existiam na Inglaterra alguns círculos entusiastas do esporte, e vinte anos depois, com sua difusão por toda a Europa, era fundada na França, a União Ciclística Internacional.

Desde a primeira Olimpíada da época moderna, em Atenas-1896, o ciclismo integra os jogos Olímpicos.
Incluída no programa dos jogos olímpicos, poucos esportes alcançaram na Europa o prestígio do ciclismo, que passou a integrar os campeonatos pan-americanos e sul-americanos. As provas são realizadas individualmente ou em conjunto, em bicicletas de um ou dois lugares, de velocidade, de resistência ou de revezamento.
As corridas de estradas mais famosas são: Paris-Roubaix, Paris-Yours, Bordeaux-Paris, Milão-San Remo, a Volta da França, a Volta da Itália, a Volta da Espanha, a Volta de Portugal e as corridas de tempo, Grande Prêmio das Nações e Grande Prêmio da Suíça.
O ciclismo no Brasil já era praticado em fins do século XIX e, em são Paulo, já vinha sendo considerado como o esporte da moda, onde foi construído um velódromo. Em 1925, surgiu a Federação Paulista de Ciclismo. O primeiro campeonato brasileiro aconteceu em 1938, na cidade de Porto Alegre.
A bicicleta de competição é diferente da comum, sendo mais leve e dotada de dispositivos de mudança de marcha que permitem ao ciclista o desenvolvimento de maiores velocidades.





ü Cicilismo - A história da bicicleta


Há registros de desenhos e escritos de Leonardo da Vinci em um museu de Madri, pesquisado pelo professor Piccus da Universidade de Massashussets nos EUA, que demonstra o surgimento da transmissão por corrente. Embora Leonardo da Vinci já tivesse desenhado uma bicicleta avançada, com correntes e pedais, as primeiras bicicletas que surgiram no século XIX eram impulsionadas pelos pés do ciclista, sem pedais. Apenas com o surgimento do velocípede em 1855 que as teorias de Leonardo da Vinci começaram a ser utilizadas. O barão alemão, Karl von Drais, inventou a Draisiana, uma bicicleta guiável. Era quase completamente feita de madeira. Ele patenteou a máquina em 1817, e foi inicialmente produzida na França onde teve uma popularidade considerável entre membros da classe média modista. Logo depois disso, o conceito foi notado por diversos fabricantes britânicos, sendo o mais notável Denis Johnson de Londres. Johnson demonstrou habilidades consideráveis de marketing estabelecendo uma escola da equitação onde os clientes em perspectiva poderiam experimentar montar a máquina nova. Durante a primavera e o verão de 1819, o hobby-horse era o grande passatempo na sociedade modista londrina.
O hobby-horse de Johnson era uma versão mais refinada da máquina de von Drais e foi a inspiração para o hobby-horse inglês caracterizado na exibição. A máquina foi construída em torno de 1819. Como todas as máquinas deste estilo, os ciclistas empurraram ao longo da terra com seus pés para propelí-lo. Uma vez que os ciclistas começaram a embalar, poderiam costear, particularmente em montes. A máquina foi equipada com uma sela ajustável e um mecanismo para controlar a roda dianteira. Um painel, situado imediatamente atrás da roda dianteira, adicionava suporte para guiar e empurrar. Para frear, os ciclistas arrastaram seus pés.
Após a mania do hobby-horse de 1818-19, o interesse na máquina parece ter morrido quase tão rapidamente como começou. Uma vez que a novidade tinha desgastado, a máquina parece ter caído em relativa obscuridade . Há poucas referências ao uso do hobby-horse após 1820 na literatura ciclística inglesa ou francesa, embora em Europa central haja relatos de que máquinas foram feitas e vendidas no anos de 1830. Não obstante, o hobby-horse forneceu a base na qual desenvolvimentos futuros foram feitos.
O Velocípede - as manivelas fazem a diferença
O desenvolvimento principal seguinte no projeto da bicicleta era o velocípede. Inicialmente foi desenvolvido na França e conseguiu sua popularidade maior nos anos de 1860. O artefato na exibição foi produzido em torno de 1869 por Michaux na França. O velocípede marca o começo de uma linha contínua de desenvolvimento que conduz à bicicleta moderna. Sua melhoria mais significativa sobre o hobby-horse era a adição das manivelas e dos pedais à roda dianteira. Isto permitia ao ciclista impulsionar mais facilmente a máquina e fornecer mais potência à roda, o que significou que velocidades consideravelmente maiores poderiam ser alcançadas.






Asa Delta - História do esporte
O vôo livre encanta o homem desde a mitologia grega com Ícaro, porém, foi por volta de 1871 que o alemão Otto Liliental construia planadores os quais ele próprio testava, vindo a realizar mais de 2000 vôos em sua vida.
Faleceu em um acidente em 1896.
No final da segunda guerra mundial Francis Rogallo passa a estudar um novo tipo de asa que não era rígida.
Rogallo defendia a idéia de que as asas flexíveis eram mais estáveis.
Seus primeiros trabalhos ele realiza em casa, com sua esposa Gertrude, e para isso teve de instalar grandes ventiladores em sua sala. Em 1951 Rogallo e sua esposa
Nesta época, a Nasa estava buscando uma forma de reintroduzir suas cápsulas espaciais na atmosfera através de um pára-quedas direcionável. A invenção de Rogallo deu origem ao projeto denominado PARASEV (Paraglider Rescue Vehicle).
No Centro de Investigação Langley, na Virgínia, Rogallo estuda a estrutura metálica das asas flexíveis, que nesta época ficavam apoiadas em um triciclo, que era rebocado por um avião. Uma vez em vôo, desconectava e seguia o vôo planando até o solo. Em Grapton, na Austrália, John Dickenson ouve falar da asa de Rogallo e desenha sua própria asa, que foi construida com varas de bambu e vela de plástico, que mais tarde seriam substituídos pelo alumínio e nylon. Em 1963 realiza o primeiro vôo rebocado por um barco. Porém, o primeiro desenho de uma asa delta como conhecemos atualmente se deve a Al Hartig, em 1966. Ele a batizou de Valkyrie.
Bill Moyes, em 1968 foi o primeiro a voar no lift, também com uma asa do tipo Rogallo, na Austrália.
Em 1974 o vôo livre chega ao Brasil através do francês Stephan Dunoyer que realizou a



primeira decolagem no Cristo Redetor e também realizou vários vôos em diversar cidades do Brasil.
O primeiro brasileiro a voar foi o carioca Luis Claudio Mattos. O primeiro brasileiro a conquistar um campeonato mundial foi Pedro Paulo Lopes, o Pepê, em 1981, no Japão.
Em Santa Maria, Lucas Rubinger, um dos pioneiros no RJ, chega em 1985 e inicia aulas com uma turma de apaixonados pelo vôo. Lucas teve um papel importante, pois deixou plantada a semente do vôo em várias cidades do estado.


ü Asa Delta - Equipamento para Profissional e Iniciante
Existe uma série de equipamentos que possibilitam o vôo de paraglider. Eles se diferenciam de acordo com o objetivo de cada pessoa.
O indispensável pela segurança e pelo regulamento são: capacete, pára-quedas de emergência e a vela ou velame(que è o parapente) mais a cadeirinha, conhecida por selete.
Quem quiser voar só na beira da praia, por lazer (e prazer), pode usarsomente além dos obrigatórios, calção, tênis, camiseta...
"É bem informal, como se estivesse na praia", resume Aloísio de Moraismonitor há três anos da Parapente Sul, escola de vôo livre deFlorianópolis/SC.
Em outros locais,considerados mais radicais é indicado também, botas, luvas, macacão e outros equipamentos eletrônicos como altímetro-variômetro,GPS,e rádio de comunicação.A vela é dimensionada em tamanhos como roupas: p,m e g. Cada um dos tamanhos compreende uma faixa de peso que pode variar um pouco de um fabricante para o outro. Por exemplo: a p é para pilotos leves,entre 60 e 70 kg (piloto equipado +o peso da própria vela).




Na selete ocorre o mesmo. Existem tamanhos e modelos diferentes para cadaum.
O vôo na escola de treinamento é mais lento, exatamente porque muita genteque está iniciando o curso receia voar muito alto ou muito rápido. Ao passoque no vôo técnico, dá-se para voar mais alto e mais longe.
Segundo Aluisio, há uma performance maior por causa do designer doequipamento. "A cada ano surgem novos modelos que te possibilitam voar mais", explica.
Os materiais de que são feitos variam muito, dependendo de cada fabricante.
Na Europa é obrigatório fazer uma revisão de equipamentos a cada 6 meses.
"No Brasil, como não temos muita grana, isso não ocorre com tantafreqüência. Estamos lutando para tornar estes s obrigatórios. Talvezpara o ano que vem consigamos algum resultado. Há também outras metas, como seguro de vida, carteira para se habilitar em vôo livre, exames práticos e teóricos que estão em nossos planos. Tudo para se garantir ainda mais a segurança no esporte" afirma.









ü Asa Delta - Conceitos Básicos
A dirigibilidade de uma asa se resume na mudança do centro de gravidade, através de quatro comandos básicos:
a) jogando o seu peso (corpo) para a direita a asa fará uma curva também para a direita;
b) jogando o seu peso (corpo) para a esquerda a asa fará uma curva também para a esquerda;
c) jogando o seu peso (corpo) para frente você abaixará o bico da asa e ela acelerará;
d) jogando o seu peso (corpo) para trás você levantará o bico e a asa desacelerará.
Como se vê, o deslocamento do peso do piloto significa comando, portanto, ele deverá estar dentro da faixa indicada pelo fabricante da asa para que ele tenha dirigibilidade sobre o equipamento.

No entanto, a asa somente sustentará se houver simultaneamente superfície vélica (velame) e velocidade mínima do ar (vento), indicada para esta asa.
Você poderá até estar parado em relação ao solo, mas voando em relação ao vento ou ar que passa pela asa.
Canyoning
Em que consiste?
A origem da palavra vem do Americano e significa a acção de "andar em gargantas".
Tendo um rio ou um curso de água como pano de fundo e utilizando equipamento adequado, material de segurança e uma grande dose de coragem, esta é uma actividade que à partida garante emoções fortes e momentos inesquecíveis.

Requer muito pouco de ti para além do teu senso de aventura. A emoção, obviamente, é o maior atrativo para os praticantes que se apaixonam pela exploração de canyons. E a adrenalina, se é que se pode chamar assim, apresenta-se nas situações novas e inesperadas.
Como é classificada a dificuldade?
Em Canyoning não é como a escalada em rocha ou gelo, onde a dificuldade é medida em graus.
Em Canyoning, mais que as dificuldades, tem que se vencer alguns perigos:
Nível da água - Possibilidade do aumento repentino do nível dos rios, em


Canyoning - Equipamentos
Básico
· Cinto cadeirinha (fractio, superavanti, canyon, niagara/Petzl)
· Um descensor do tipo oito (Petzl/Camp)
· Cabo solteira para auto-segurança (corda dinâmica de 3,5m - 9,5mm – ou energyca/Petzl)
· Mosquetões com trava e sem trava (6) – (ovais com e sem trava e de gatilho curvo para solteira/ Petzl, Camp)
· Roupa de neoprene (curta ou longa GUL)
· Capacete (Petzl/Camp)
· Luvas de neoprene (dedos inteiro GUL)Complementar:
· Mochila estanque ou vazada
· Calçado (botas de neoprene com solado reforçado ou botas resistentes a água)
· Fitas tubulares (de 20mm de 2,3 e 4 metros com cores distintas)
· Anéis de fita (tamanhos diversos/Petzl)
· Cordas estáticas (9 a 10,5 mm/ KMIII)
· Outros descensores (stop, simple, rack/Petzl)
· Blocantes (punho, croll, shunt/ Petzl)
· Kit de grampeação (martelo, batedor, plaquetas, spits de 8mm/ Petzl/Camp)
· Outros: roldanas, proteções de corda, cordeletes 6mm, malhas rápidas P15, head lamp, mosquetões de aço com trava, manta de sobrevivência, kit de primeiros socorros, apito FOX 40; canivete, Foto: Carlos Zaith"' style="WIDTH: 170.25pt; HEIGHT: 119.25pt" alt="Canyoning - CanyoningFoto: Carlos Zaith" type="#_x0000_t75" o:button="t"> proteção para mapas.









Foto: Carlos Zaith"' style="WIDTH: 171.75pt; HEIGHT: 155.25pt" alt="Canyoning - CanyoningFoto: Carlos Zaith" type="#_x0000_t75" o:button="t">
ü alguns perigos:
Nível da água - Possibilidade do aumento repentino do nível dos rios, em função de chuvas nas topo das montanhas.
Queda de objetos - Possibilidade de quedas de pedras ou troncos de árvore em trechos verticais no momento de uma descida de um canyonista utilizando a técnica do "rappel" ou na ascensão em corda fixa.
Cansaço - Possibilidade da perda progressiva das energias, decorrente de uma extensa exploração em uma garganta ou canyon, sendo que o maior esforço muitas vezes vem no final, quando se tem que retornar todo caminho já percorrido.
Hipotermia - Possibilidade da perda de calor do corpo por condução (água, pedra fria ou roupas molhadas) para o meio ambiente em que a temperatura do organismo, normalmente por volta de 36,5 graus centígrados, poderá cair para níveis prejudiciais à vida. Essa situação é muito séria e deve ser evitada.







Olímpio Marques do Santos Ciep 223
Nome: Raquel Batista Fraga
Turma:3004
Educação Física





Rio de Janeiro 19 de Março de 2009



Bungee Jump - A trajetória do Bungee Jump

A origem do Bungee Jump não deixa de ser inusitadatudo começou em uma ilha do Pacífico Sul, em um lugar chamado Pentecost. Segundo o conto, há milhares de anos, uma mulher fugitiva do marido amarrou uma videira em seus tornozelos para pular de um pé de coco. Há também a lenda de que essas pessoas lançavam-se das árvores para realizar os mesmos movimentos de uma águia lendária, chamada Hokioi – que significa "grande pássaro", no idioma maori. Alguém presenciou a cena e gostou do que viu. Depois, veio o mistério. Não se sabe exatamente o que aconteceu, mas tem-se a informação de que, em 1954, dois escritores da Revista National Geographic chegaram àquela ilha e
munharam um estranho costume: havia uma torre na qual os nativos subiam e dali saltavam de uma videira que ficava amarrada no tornozelo. Na edição de 1955, os escritores contam ao mundo o que presenciaram.
E para quem acha que o Bungee Jump tradicional é emocionante, uma curiosidade: as videiras eram medidas exatamente para que o saltador encostasse levemente a cabeça no chão, apenas o suficiente para não quebrar o pescoço.
Em 1970, o escritor Kal Muller foi à ilha e tornou-se o primeiro "homem branco" a realizar o salto. Em 1979, membros da Oxford University’s Dangerous Sport Club encararam a aventura. Eles saltaram da ponte Clifton, em Bristol, de uma altura de 75 metros, presos a elásticos utilizados para amarrar bagagens nos carros.A prática do Bungee Jump só foi conhecida melhor em 1987, quando um grupo de esportistas pioneiros saltou da Torre Eiffel, em Paris. Só




Ciclismo - A história do ciclismo

Caracteriza-se pelo uso da bicicleta, sendo que as disputas são realizadas em estradas ou em recintos fechados, estes em locais especiais ou velódromo, com pista de madeira. Para a prática desses esporte é necessário que a máquina utilizada esteja em perfeita harmonia com a habilidade do ciclista.
Conhecido em todo mundo, o ciclismo teve sua prática essencialmente esportiva, separada do emprego da bicicleta como diversão, iniciada em meados do século XIX, na Inglaterra, logo que os aperfeiçoamentos na fabricação do veículo possibilitaram o alcance de maiores velocidades. Em 1865, já existiam na Inglaterra alguns círculos entusiastas do esporte, e vinte anos depois, com sua difusão por toda a Europa, era fundada na França, a União Ciclística Internacional.

Desde a primeira Olimpíada da época moderna, em Atenas-1896, o ciclismo integra os jogos Olímpicos.
Incluída no programa dos jogos olímpicos, poucos esportes alcançaram na Europa o prestígio do ciclismo, que passou a integrar os campeonatos pan-americanos e sul-americanos. As provas são realizadas individualmente ou em conjunto, em bicicletas de um ou dois lugares, de velocidade, de resistência ou de revezamento.
As corridas de estradas mais famosas são: Paris-Roubaix, Paris-Yours, Bordeaux-Paris, Milão-San Remo, a Volta da França, a Volta da Itália, a Volta da Espanha, a Volta de Portugal e as corridas de tempo, Grande Prêmio das Nações e Grande Prêmio da Suíça.
O ciclismo no Brasil já era praticado em fins do século XIX e, em são Paulo, já vinha sendo considerado como o esporte da moda, onde foi construído um velódromo. Em 1925, surgiu a Federação Paulista de Ciclismo. O primeiro campeonato brasileiro aconteceu em 1938, na cidade de Porto Alegre.
A bicicleta de competição é diferente da comum, sendo mais leve e dotada de dispositivos de mudança de marcha que permitem ao ciclista o desenvolvimento de maiores velocidades.





ü Cicilismo - A história da bicicleta


Há registros de desenhos e escritos de Leonardo da Vinci em um museu de Madri, pesquisado pelo professor Piccus da Universidade de Massashussets nos EUA, que demonstra o surgimento da transmissão por corrente. Embora Leonardo da Vinci já tivesse desenhado uma bicicleta avançada, com correntes e pedais, as primeiras bicicletas que surgiram no século XIX eram impulsionadas pelos pés do ciclista, sem pedais. Apenas com o surgimento do velocípede em 1855 que as teorias de Leonardo da Vinci começaram a ser utilizadas. O barão alemão, Karl von Drais, inventou a Draisiana, uma bicicleta guiável. Era quase completamente feita de madeira. Ele patenteou a máquina em 1817, e foi inicialmente produzida na França onde teve uma popularidade considerável entre membros da classe média modista. Logo depois disso, o conceito foi notado por diversos fabricantes britânicos, sendo o mais notável Denis Johnson de Londres. Johnson demonstrou habilidades consideráveis de marketing estabelecendo uma escola da equitação onde os clientes em perspectiva poderiam experimentar montar a máquina nova. Durante a primavera e o verão de 1819, o hobby-horse era o grande passatempo na sociedade modista londrina.
O hobby-horse de Johnson era uma versão mais refinada da máquina de von Drais e foi a inspiração para o hobby-horse inglês caracterizado na exibição. A máquina foi construída em torno de 1819. Como todas as máquinas deste estilo, os ciclistas empurraram ao longo da terra com seus pés para propelí-lo. Uma vez que os ciclistas começaram a embalar, poderiam costear, particularmente em montes. A máquina foi equipada com uma sela ajustável e um mecanismo para controlar a roda dianteira. Um painel, situado imediatamente atrás da roda dianteira, adicionava suporte para guiar e empurrar. Para frear, os ciclistas arrastaram seus pés.
Após a mania do hobby-horse de 1818-19, o interesse na máquina parece ter morrido quase tão rapidamente como começou. Uma vez que a novidade tinha desgastado, a máquina parece ter caído em relativa obscuridade . Há poucas referências ao uso do hobby-horse após 1820 na literatura ciclística inglesa ou francesa, embora em Europa central haja relatos de que máquinas foram feitas e vendidas no anos de 1830. Não obstante, o hobby-horse forneceu a base na qual desenvolvimentos futuros foram feitos.
O Velocípede - as manivelas fazem a diferença
O desenvolvimento principal seguinte no projeto da bicicleta era o velocípede. Inicialmente foi desenvolvido na França e conseguiu sua popularidade maior nos anos de 1860. O artefato na exibição foi produzido em torno de 1869 por Michaux na França. O velocípede marca o começo de uma linha contínua de desenvolvimento que conduz à bicicleta moderna. Sua melhoria mais significativa sobre o hobby-horse era a adição das manivelas e dos pedais à roda dianteira. Isto permitia ao ciclista impulsionar mais facilmente a máquina e fornecer mais potência à roda, o que significou que velocidades consideravelmente maiores poderiam ser alcançadas.






Asa Delta - História do esporte
O vôo livre encanta o homem desde a mitologia grega com Ícaro, porém, foi por volta de 1871 que o alemão Otto Liliental construia planadores os quais ele próprio testava, vindo a realizar mais de 2000 vôos em sua vida.
Faleceu em um acidente em 1896.
No final da segunda guerra mundial Francis Rogallo passa a estudar um novo tipo de asa que não era rígida.
Rogallo defendia a idéia de que as asas flexíveis eram mais estáveis.
Seus primeiros trabalhos ele realiza em casa, com sua esposa Gertrude, e para isso teve de instalar grandes ventiladores em sua sala. Em 1951 Rogallo e sua esposa
Nesta época, a Nasa estava buscando uma forma de reintroduzir suas cápsulas espaciais na atmosfera através de um pára-quedas direcionável. A invenção de Rogallo deu origem ao projeto denominado PARASEV (Paraglider Rescue Vehicle).
No Centro de Investigação Langley, na Virgínia, Rogallo estuda a estrutura metálica das asas flexíveis, que nesta época ficavam apoiadas em um triciclo, que era rebocado por um avião. Uma vez em vôo, desconectava e seguia o vôo planando até o solo. Em Grapton, na Austrália, John Dickenson ouve falar da asa de Rogallo e desenha sua própria asa, que foi construida com varas de bambu e vela de plástico, que mais tarde seriam substituídos pelo alumínio e nylon. Em 1963 realiza o primeiro vôo rebocado por um barco. Porém, o primeiro desenho de uma asa delta como conhecemos atualmente se deve a Al Hartig, em 1966. Ele a batizou de Valkyrie.
Bill Moyes, em 1968 foi o primeiro a voar no lift, também com uma asa do tipo Rogallo, na Austrália.
Em 1974 o vôo livre chega ao Brasil através do francês Stephan Dunoyer que realizou a



primeira decolagem no Cristo Redetor e também realizou vários vôos em diversar cidades do Brasil.
O primeiro brasileiro a voar foi o carioca Luis Claudio Mattos. O primeiro brasileiro a conquistar um campeonato mundial foi Pedro Paulo Lopes, o Pepê, em 1981, no Japão.
Em Santa Maria, Lucas Rubinger, um dos pioneiros no RJ, chega em 1985 e inicia aulas com uma turma de apaixonados pelo vôo. Lucas teve um papel importante, pois deixou plantada a semente do vôo em várias cidades do estado.


ü Asa Delta - Equipamento para Profissional e Iniciante
Existe uma série de equipamentos que possibilitam o vôo de paraglider. Eles se diferenciam de acordo com o objetivo de cada pessoa.
O indispensável pela segurança e pelo regulamento são: capacete, pára-quedas de emergência e a vela ou velame(que è o parapente) mais a cadeirinha, conhecida por selete.
Quem quiser voar só na beira da praia, por lazer (e prazer), pode usarsomente além dos obrigatórios, calção, tênis, camiseta...
"É bem informal, como se estivesse na praia", resume Aloísio de Moraismonitor há três anos da Parapente Sul, escola de vôo livre deFlorianópolis/SC.
Em outros locais,considerados mais radicais é indicado também, botas, luvas, macacão e outros equipamentos eletrônicos como altímetro-variômetro,GPS,e rádio de comunicação.A vela é dimensionada em tamanhos como roupas: p,m e g. Cada um dos tamanhos compreende uma faixa de peso que pode variar um pouco de um fabricante para o outro. Por exemplo: a p é para pilotos leves,entre 60 e 70 kg (piloto equipado +o peso da própria vela).




Na selete ocorre o mesmo. Existem tamanhos e modelos diferentes para cadaum.
O vôo na escola de treinamento é mais lento, exatamente porque muita genteque está iniciando o curso receia voar muito alto ou muito rápido. Ao passoque no vôo técnico, dá-se para voar mais alto e mais longe.
Segundo Aluisio, há uma performance maior por causa do designer doequipamento. "A cada ano surgem novos modelos que te possibilitam voar mais", explica.
Os materiais de que são feitos variam muito, dependendo de cada fabricante.
Na Europa é obrigatório fazer uma revisão de equipamentos a cada 6 meses.
"No Brasil, como não temos muita grana, isso não ocorre com tantafreqüência. Estamos lutando para tornar estes s obrigatórios. Talvezpara o ano que vem consigamos algum resultado. Há também outras metas, como seguro de vida, carteira para se habilitar em vôo livre, exames práticos e teóricos que estão em nossos planos. Tudo para se garantir ainda mais a segurança no esporte" afirma.









ü Asa Delta - Conceitos Básicos
A dirigibilidade de uma asa se resume na mudança do centro de gravidade, através de quatro comandos básicos:
a) jogando o seu peso (corpo) para a direita a asa fará uma curva também para a direita;
b) jogando o seu peso (corpo) para a esquerda a asa fará uma curva também para a esquerda;
c) jogando o seu peso (corpo) para frente você abaixará o bico da asa e ela acelerará;
d) jogando o seu peso (corpo) para trás você levantará o bico e a asa desacelerará.
Como se vê, o deslocamento do peso do piloto significa comando, portanto, ele deverá estar dentro da faixa indicada pelo fabricante da asa para que ele tenha dirigibilidade sobre o equipamento.

No entanto, a asa somente sustentará se houver simultaneamente superfície vélica (velame) e velocidade mínima do ar (vento), indicada para esta asa.
Você poderá até estar parado em relação ao solo, mas voando em relação ao vento ou ar que passa pela asa.
Canyoning
Em que consiste?
A origem da palavra vem do Americano e significa a acção de "andar em gargantas".
Tendo um rio ou um curso de água como pano de fundo e utilizando equipamento adequado, material de segurança e uma grande dose de coragem, esta é uma actividade que à partida garante emoções fortes e momentos inesquecíveis.

Requer muito pouco de ti para além do teu senso de aventura. A emoção, obviamente, é o maior atrativo para os praticantes que se apaixonam pela exploração de canyons. E a adrenalina, se é que se pode chamar assim, apresenta-se nas situações novas e inesperadas.
Como é classificada a dificuldade?
Em Canyoning não é como a escalada em rocha ou gelo, onde a dificuldade é medida em graus.
Em Canyoning, mais que as dificuldades, tem que se vencer alguns perigos:
Nível da água - Possibilidade do aumento repentino do nível dos rios, em


Canyoning - Equipamentos
Básico
· Cinto cadeirinha (fractio, superavanti, canyon, niagara/Petzl)
· Um descensor do tipo oito (Petzl/Camp)
· Cabo solteira para auto-segurança (corda dinâmica de 3,5m - 9,5mm – ou energyca/Petzl)
· Mosquetões com trava e sem trava (6) – (ovais com e sem trava e de gatilho curvo para solteira/ Petzl, Camp)
· Roupa de neoprene (curta ou longa GUL)
· Capacete (Petzl/Camp)
· Luvas de neoprene (dedos inteiro GUL)Complementar:
· Mochila estanque ou vazada
· Calçado (botas de neoprene com solado reforçado ou botas resistentes a água)
· Fitas tubulares (de 20mm de 2,3 e 4 metros com cores distintas)
· Anéis de fita (tamanhos diversos/Petzl)
· Cordas estáticas (9 a 10,5 mm/ KMIII)
· Outros descensores (stop, simple, rack/Petzl)
· Blocantes (punho, croll, shunt/ Petzl)
· Kit de grampeação (martelo, batedor, plaquetas, spits de 8mm/ Petzl/Camp)
· Outros: roldanas, proteções de corda, cordeletes 6mm, malhas rápidas P15, head lamp, mosquetões de aço com trava, manta de sobrevivência, kit de primeiros socorros, apito FOX 40; canivete, Foto: Carlos Zaith"' style="WIDTH: 170.25pt; HEIGHT: 119.25pt" alt="Canyoning - CanyoningFoto: Carlos Zaith" type="#_x0000_t75" o:button="t"> proteção para mapas.









Foto: Carlos Zaith"' style="WIDTH: 171.75pt; HEIGHT: 155.25pt" alt="Canyoning - CanyoningFoto: Carlos Zaith" type="#_x0000_t75" o:button="t">
ü alguns perigos:
Nível da água - Possibilidade do aumento repentino do nível dos rios, em função de chuvas nas topo das montanhas.
Queda de objetos - Possibilidade de quedas de pedras ou troncos de árvore em trechos verticais no momento de uma descida de um canyonista utilizando a técnica do "rappel" ou na ascensão em corda fixa.
Cansaço - Possibilidade da perda progressiva das energias, decorrente de uma extensa exploração em uma garganta ou canyon, sendo que o maior esforço muitas vezes vem no final, quando se tem que retornar todo caminho já percorrido.
Hipotermia - Possibilidade da perda de calor do corpo por condução (água, pedra fria ou roupas molhadas) para o meio ambiente em que a temperatura do organismo, normalmente por volta de 36,5 graus centígrados, poderá cair para níveis prejudiciais à vida. Essa situação é muito séria e deve ser evitada.
Trabalho de Ed. Física Prof°: Arnaldo
Aluna: Kevelin Suellen de Souza Oliveira Turma: 3004



1:Levantamento sobre os esportes praticados junto à natureza, possível aplicação na realidade local. E procurar as mídias que abordam esses esportes.

RAFTING- descida de rios e corredeiras;
RAPEL– O rapel nunca foi um esporte em si, mas parte de esportes verticais como escalada, canioning e espeleologia vertical;
ACQUA RIDE – Consiste em descer corredeiras de rios, utilizando um mini-boat, onde o atleta se posiciona de peito e usa as mãos como leme.
ARVORISMO - percurso aéreo que se realiza andando entre as copas das árvores, utilizando-se cordas, tirolesas, redes etc.
BÓIA CROSS - Esporte que consiste em descer corredeiras de rios agarrado a uma bóia;
CANOAGEM - Este termo serve para se designar o esporte praticado em canoas, caiaques e wave-skis, indistintamente, em mar, rio, lago, águas calmas ou agitadas.
CANYONING – Descer paredes de canyons, próximas de cachoeiras pendurado em cordas;
CASCADING: descida em cachoeiras utilizando equipamentos de alpinismo, também conhecido como rapel na cachoeira.
CAVALGADA: esporte que o praticante faz percorrendo grandes distâncias utilizando cavalo;
CAVING – São aventuras nas cavernas, explorando o ambiente.
ENDURO EQÜESTRE – Competição esportiva onde cavaleiros e amazonas têm que cobrir um percurso natural definido;
ESCALADA – Esporte que, como o montanhismo, tem como objetivo atingir o topo das montanhas, sendo, porém mais radical;
MERGULHO – Prática para os amantes de esportes aquáticos, do mar e de suas belezas “submersas”.
MOUNTAIN BIKE – Esporte para quem gosta de pedalar e resolve andar um pouco "off road", usando “bikes” especiais;
PARAGLIDER – Esporte de muita adrenalina, onde o esportista sente a emoção de voar quase livremente.
SNOWBOARD - Esporte em que o praticante utiliza uma prancha para descer colinas/montanhas, fazendo-se diversas manobras.
TREKKING - Neste esporte a pessoa caminha sozinha ou em grupos por trilhas, caminhos, estradas etc., com o objetivo principal de estar em contato com a natureza.
WAKEBOARD - Esquiar em uma prancha parecida com a de surf puxado por um barco.
WINDSURF- Consiste em velejar numa prancha, o que exige um bom equilíbrio e algum conhecimento sobre vento e correntes.
VÔO LIVRE - o participante utiliza asa delta, paraglyder ou parapente, voando sobre áreas naturais principalmente, saltando de rampas especiais.

2 :Opinião sobre os esportes que praticam e os que gostariam de praticar, os obstáculos que impedem a prática desse esporte na saúde das pessoas.


Embora eu não pratique nenhum esporte, eu gostaria muito de fazer natação gosto bastante de esportes relacionados com a água. Porém no momento não tenho tempo e nem condição financeira para praticá-lo. A natação reduz o risco de episódios cardiovasculares; reduz a frequência cardíaca e estimula a circulação sanguínea; melhora o sistema respiratório; fortalece as articulações; Alivia dores causadas pela artrose; sobe a auto-estima; retarda os efeitos do envelhecimento.